Translate

Mostrando postagens com marcador Mamãe gestante dicas consumo organização CURSOS SAÚDE do bebê cuidados vacinas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mamãe gestante dicas consumo organização CURSOS SAÚDE do bebê cuidados vacinas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, junho 5

Enxoval de bebê

Enxoval de bebê mais do que básico. Bolsa para carregar fralda de bebê, banheira, mamadeira, brinquedos, babá-eletrônica e termômetro... Tudo o que você precisa para deixar o dia a dia do seu bebê mais seguro e divertido. 

Hora do banho


 
1. Termômetro para a banheira do bebê, em formato de foca, da Safety First.
2. Banheira Crescitá, da Chicco.
3. Livro de banho "O Polvo", indicado de 6 a 12 meses de idade, da Editora Todo Livro.
4. Giz para banho, indicado para crianças de 18 a 24 meses de idade, da Pindorama. 
 
 
1. Termômetro de banheira, em formato de peixinho, da Chicco.
2. Organizador de brinquedos para banheira, em formato de joaninha Bug Pods, da BBtrends.
3. Banheira dobrável, resolve a falta de estrutura para dar banho no bebê em pousadas ou casas de férias alugadas, da Girotondo. 


Banho divertido

1. Esponja pirata, da Beladerm Crianças.
2. Colônia infantil sweet baby, da Tigor T.
3. Sabonete em barra, sanete liquido e lenços umedecidos, da Johnson's Baby.  
4. Touca de banho pato, da Beladerm Crianças. 
5. Toalha, da Mercado do bebê. 


Sono tranquilo

1. Cobertor Carter's, da Compras em Miami. 
 2. Travesseiro hipopótamo, da Graça de Boneca.
3. Berço para recém-nascido com módulo eletrônico para tocar músicas clássicas e sons da natureza, luz noturna interna e externa. Fácil de fechar e portátil, o berço também inclui bolsa para transporte. Da Graco.  

Hora de dormir

1. Mamãe Ganso, luminária que funciona como toca-fitas e aquecedor de mamadeira, da Petit Bebe.
2. Luz noturna com sensor de movimento e quatro opções de cores Mobi, na PB Kids. 
3. Cd "Encantando", com clássicos infantis, como Sapo Cururu e Alecrim Dourado, de Silvana Brito, na Livraria da Vila. 
4. Urso Bonne Chance, de pelúcia, importado da Bélgica, na Celina Dias.  

Hora do passeio

1. Carrinho Mosaic, da Graco. 
2. Carrinho de bebê na cor uva, da Stokke Xplory. 
3. Carrinho de bebê pink, da Stokke Xplory. 

Saúde do bebê

1. Bolsa Térmica Gel Gato, da Mercur. 
2. Termômetro IR I DA I, da Microlife.
3. Termômetro chupeta Baby Confort, na Rozenlândia Baby .
4. Termômetro G -Tech, da PB Kids. 

Babá eletrônica

1. Babá eletrônica, da Q-See. 
2. Babá eletrônica True Choice, da Girotondo. 
3. Mobicam Color, câmera e monitor que funcionam como babá eletrônica, da Pocket Top.
4. Babá Eletrônica com Ativação por Voz e Luz Noturna, da Dican. 

Hora da papinha

1. Triturador manual de alimentos, da Munchkin. 
2. Colher Squirt, tem dispenser para colocar a papinha - é só apertar o cabo, e a comida sai aos poucos, da BBtrends. 
3. Prato com tampa e talheres acoplados Papa Quentinha, da Dican. 
4. Copo Giro Baby, da Girotondo. 



1. Colher Fred, da Coletivo Amor de Madre. 
2. Babador descartável de papel, caixa com 20 unidades, da Dican. 
3. Cadeirão portátil HandySitt, da marca dinamarquesa Minui. 
4. Capas de silicone para mamadeiras de vidro, da Girotondo.
5. Aquecedor de mamadeiras e alimentos, da Nuk.

 
Móbile

1. Móbile musical, indicado para até 6 meses de idade, da Dican. 
2. Móbile plástico musical, movido a corda, da Dican.  

Móbile

1. Cadeira vibratória com móbile, da Fisher Price.
2. Ginásio Precious Planet Musical, indicado para até 6 meses de idade, da Fisher Price.  

Brinquedos

1. Borboleta Playskool, indicado para até 6 meses de idade, da Hasbro. 
2. Kit Soninho, boneco vem em uma sacola com uma almofadinha, tudo lavável, da Kinder Haus . 3. Porquinho Déglingos, da Imaginarte Empório Lúdico.4. Dinossauro Boss, indicado de 6 a 12 meses de idade, da K's Kids. 


 
1. Mesa de Palavras, indicado para crianças de 18 a 24 meses de idade, da Chicco.
2. Submarino Hora do Banho Shelcore, na Ri Happy.
3. Vagão Construção Mega Bloks, indicado de 12 a 18 de idade, da PB Kids.
4. Poney Musical, indicado de 18 a 24 meses de idade, da Fisher Price.
 
 
1. Bola interativa, indicado de 6 a 12 meses de idade, da Catatau.
2. Chocalho peixe, indicado para até 6 meses de idade, da Chicco.
3. Chocalho Giratório Tolo, da PB Kids.
4. Roll-a-Rounds Bola Mágica, indicado de 6 a 12 meses de idade, da Fisher Price
1. Argola de Atividades Playgro, indicado para até 6 meses de idade, da Elka.
2. Boliche de tecido, indicado de 18 a 24 meses de idade, da Catatau.
3. Blocos de tecido, indicado de 6 a 12 meses de idade, da Pindorama. 

Higiene do bebê

1. Escova para mamadeiras com recipiente para detergente e ventosa, da Munchkin . 
2. Esterilizador portátil Pipila, da BBtrends. 
3. Suporte para secagem de louça infantil Grass, da BBTrends.
4. Trocador de fraldas de neoprene, da Built NY.  


Viagem
1. Porta-mamadeira térmico de inox Pappa Calda, da Chicco.
2. Bolsa impermeável para carregar fralda e kit de nenê, da Pack & Chic.
3. Porta-leite em pó com três divisões e bico dosador, da Lillo.
4. Berço desmontável portátil, da Gold Bug.

Conteúdo do site MdeMulher

Bem-estar para o seu bebê

Veja como criar um ninho de bem-estar na sua casa e aproveite - muito - cada fase ao lado do seu bebê

Bebê dormindo
O ninho do bebê precisa ser feito de atitudes, carinho e emoção

Caprichar no quarto do bebê é fundamental. Mas, nesses primeiros meses, não é só o espaço físico que importa. O ninho do bebê também precisa ser feito de atitudes, carinho, emoção. Confira algumas ideias:
1. O estilo de decoração fica por conta do casal, mas há algumas regras que é aconselhável respeitar. Escolha um quarto arejado e ensolarado e coloque o berço perpendicularmente à parede. Isso aumenta o ângulo visual da criança, que, mais cedo do que você pensa, vai querer xeretar em tudo. Se não for possível, evite pelo menos que fique próximo à porta.
2. Anote: as relações sadias entre pais e filhos são norteadas pelo desejo de estar juntos, sempre levando em conta a liberdade de ambos. Só vale deixar o bebê dormir no quarto do casal nas primeiras semanas, num moisés ou berço ao lado da cama. Mas é bom que ele não se acostume. Assim, a criança vai gostar cada vez mais de ter o seu cantinho, respeitando a privacidade dos pais e desfrutando a própria.
3. Não agasalhe demais o bebê. Nada, porém, de cair no extremo oposto, pois os recém-nascidos perdem calor rapidamente e, mesmo num dia quente, podem ocorrer mudanças bruscas de temperatura. Portanto, ao sair com ele, tenha sempre à mão um casaquinho ou manta. Em tempo: várias camadas de peças finas esquentam mais do que uma única grossa.
4. Todas as peças do bebê precisam ser lavadas com sabão neutro. O enxágüe deve ser feito em água corrente e é necessário passá-las antes do uso.
5. Pegar no colo ou não? Eis o dilema da maioria dos pais. Quando a criança é muito pequena, não é aconselhável deixá-la chorar por muito tempo, mesmo porque, até os 4 meses, ela não sabe fazer manha. Portanto, dar-lhe atenção só vai mostrar que você está lá para protegê-la. Com o tempo, pela mímica facial, a mãe aprende a perceber se o berreiro é um truque. Uma boa forma de amenizar as sinfonias noturnas? Ensine seu filho a diferenciar a noite do dia. Para isso, durante o dia, providencie que haja ruídos e luminosidade no quarto. À noite, faça o oposto.
6. Ao colocar o bebê para dormir, retire bichinhos de pelúcia, outros brinquedos e travesseiros (deixe somente um pequeno, que ele vai usar). Lembre-se: mantas em excesso podem causar sufocação.
7. Cortinas pesadas, com babados e bordados, nem pensar. Acumulam poeira
8. Recém-nascidos gostam de luz difusa e suave
9. Nos primeiros 6 meses, a vedete do guarda-roupa vai ser o macacão de malha. A melhor opção são os modelos com abertura nos fundilhos
10. Para evitar eventuais alergias, não coloque sachês nas prateleiras onde vai guardar as roupinhas
11. Procure amamentar num ambiente tranquilo. Escolha uma cadeira de balanço com banqueta, para ter mais conforto.
12. Móbiles ou brinquedos com luzes são uma atração irresistível e um aprendizado garantido
13. Não coloque carpete, prefira o piso de madeira. O tapete de borracha possibilita lavagens periódicas
14. Quanto ao material dos móveis, você decide. O importante é que sejam fáceis de limpar. Não esqueça: colchão e travesseiros de espuma são melhores do que os de pena ou paina. Evitam alergias. Finalmente: prefira os lençóis de fibras naturais, como as de algodão
15. Uma cestinha com os objetos de toalete facilita a sua vida
16. O trocador, acolchoado e impermeável, em cima da cômoda, virou unanimidade
17. Chegou o momento de preparar o banho e estreitar o relacionamento com o pequeno. O período ideal é entre o final da manhã e o início da tarde. Se fizer frio, aqueça o ambiente. Antes de começar, deixe sobre o trocador a toalha e as roupinhas para a troca. A banheira precisa estar numa altura confortável para o adulto. A água deve ser a do chuveiro, morna, em torno de 37oC, em quantidade suficiente para chegar à altura do umbigo do bebê. Mantenha o sabonete perto da banheira.
18. A boca do bebê precisa ser higienizada uma vez por dia. Você pode usar dedeiras de silicone ou uma gaze umedecida em água mineral para limpar, fazendo movimentos suaves pela língua, bochechas e gengiva. As escovas massageadoras são importantes a partir dos 6 meses, quando os dentes começam a romper a gengiva.
19. Se a higiene já é um ritual de amor, amamentar é a própria expressão da ternura. Gratifica. Mas, para que esses momentos de intimidade sejam realmente gostosos, seu bebê precisa ser levado ao seio o mais precocemente possível para que se inicie o processo de sucção, que estimula a produção de leite.
20. A intimidade começa pelo cheiro. Perfume de mãe é o preferido por dez entre dez bebês. Com cinco dias, ele já é capaz de reconhecer o odor natural da mulher que o amamenta ou mesmo de uma roupa que ela tenha usado. Às vezes, só a presença dessa peça acalma a criança. Os pequenos também apreciam o odor de seu bercinho. Alguns manifestam evidente mau humor e demoram a pegar no sono quando há troca dos lençóis.
21. Nos primeiros dias, o bebê já quer imitar o que vê. Ele faz a leitura do corpo e da expressão dos adultos que o cercam. Por isso, é importante demonstrar os sentimentos. Um simples beijo estalado gera a conexão de milhares de neurônios.
22. Fale com ele sobre a alegria de tê-lo na sua vida, sobre qualquer coisa, mas fale. Assim, a criança começa a perceber a melodia e o timbre da voz. Faça pausas entre as frases para o bebê aprender que há uma hora para falar e outra para ouvir.

Conteúdo do site CLAUDIA


Quando surgem os primeiros dentinhos do bebê?

Bebê sorrindo
A limpeza diária com gaze ou dedeira embebida em soro fisiológico deve integrar a rotina do pequeno desde sempre

Assim que o primeiro dentinho aponta, as dúvidas aparecem. Será que o seu bebê vai ter febre? E diarreia? Mordedor ajuda? Precisa procurar um odontopediatra desde já? Por que ele baba tanto? Pode usar remédio para aliviar a dor? Nossos especialistas respondem a essas e outras questões para você entender direitinho o que vem pela frente e também sorrir aliviada. Confira:
Quando nascem os primeiros dentinhos?
"Eles despontam entre o sexto e o nono mês, mas os pais não precisam se preocupar com antecipações ou demoras", avisa o dentista Leonardo Ganzarolli, de São Paulo. A arcada de leite se desenvolve até os 3 anos. Nessa idade, a criança deverá ter dez dentes superiores e dez inferiores. Alguns bebês, apressadinhos, já nascem com dentes (é o que os especialistas chamam de dentes natais) ou iniciam esse processo ainda no primeiro mês (dentes neonatais). Um odontopediatra deve ser procurado nesses casos e também se, ao completar 1 ano, o pequeno ainda estiver sem nenhum dente. Entre esses extremos, as variações são normais.
Como percebo que eles estão a caminho?
Cerca de um mês antes, a gengiva incha e avermelha. Prepare-se: a previsão é de choro, irritabilidade, dificuldade para dormir e falta de apetite. Não se esqueça também de reforçar o estoque de babadores. "A salivação aumenta devido ao amadurecimento das glândulas salivares, e a criança não consegue engolir o excesso de líquido", explica a odontopediatra Vivian Farfel, de São Paulo. Por isso, os bebês babam tanto quando saem os dentes.
Por que a chegada dos dentes causa febre e diarreia?
"Uma febrinha leve é normal, já que a erupção dos dentes desencadeia um processo inflamatório", explica o dentista Marcelo Sarra Falsi, de São Paulo. Quanto à diarreia, o problema é outro. Como os pequenos levam tudo à boca tentando amenizar o incômodo, correm mais risco de entrar em contato com objetos contaminados. É daí que podem vir os distúrbios gástricos que causam diarreias.
O que faço para amenizar o incômodo do meu bebê?
Massagens e contato com baixas temperaturas ajudam a descongestionar as gengivas e deixam seu bebê mais confortável. "Envolva o dedo em uma gaze ou fralda embebida em água filtrada ou soro fisiológico e faça uma leve fricção em toda a gengiva", ensina Vivian. Outra opção é refrigerar os mordedores de gel antes de dá-los a seu filho. "Colocar uma colher na geladeira e aplicá-la na área também funciona", diz o dentista Flávio Luposeli, de São Paulo.
O que fazer se um dente de leite não nasce?
Por que isso acontece? Os motivos variam. O mais comum é a agenesia, quando o dente não se forma. Isso acontece ainda na gestação. Por volta da sexta semana, são formados os dentes de leite; no quinto mês, os permanentes. Na maioria das vezes, a falha é de origem genética e não pode ser evitada. Há casos, porém, em que o dente não aparece porque tem sua saída obstruída pela gengiva, muito espessa, ou devido a algum distúrbio. "Mas é um problema raro na dentição de leite", diz Falsi. Exames clínicos e radiografias ajudam no diagnóstico. Mais tarde, ao surgirem os permanentes, o uso de aparelho ou um implante corrigem a falha.
O excesso de espaço entre os dentes de leite é motivo para se preocupar?
"Pelo contrário. A presença desses vãos é normal e desejável na arcada de leite, quando o número de dentes é menor do que o que teremos na vida adulta", explica Vivian. Esses espaços, mais tarde, vão permitir a melhor acomodação dos 12 dentes a mais (e maiores) que irão formar a dentição definitiva. "Em 95% dos casos, o diastema - espaço entre os dentes - na dentição permanente é consequência de maus hábitos, como o uso de chupeta e mamadeira", completa Falsi.
Chupar dedo, chupeta e mamadeira prejudica mesmo a dentição?
Sim. Esses hábitos estão associados a flacidez na musculatura da face e a alterações no alinhamento dos dentes e no posicionamento da língua. Mastigação, fala e respiração são afetadas. Quanto maior o tempo de uso de chupeta e mamadeira, pior. E, após o segundo ano, não há por que mantê-las na rotina do pequeno. "Mas, como a criança estabelece uma relação emocional com esses objetos, é bom prestar atenção se ela está num momento feliz para a retirada", alerta Luposeli. Escolha uma fase em que seu filho esteja tranquilo e elimine primeiro a chupeta e a mamadeira do dia, depois a noturna, propondo um acordo ou uma troca. Fique preparada, porém, para idas e vindas nesse processo. Quanto a chupar dedo, desestimule desde os primeiros dias - por ter formato anatômico, a chupeta ainda é uma opção menos danosa.
A partir de quando devo escovar os dentes do meu filho?
Comece assim que sair o primeiro dentinho. "Prefira uma escova de cabeça pequena e cerdas macias e planas", ensina Falsi. Realize a limpeza sempre após as refeições e à noite, usando pasta sem flúor e em pequena quantidade (o equivalente a meio grão de lentilha). "Como o bebê não sabe cuspir, ele poderia engolir essa espuma com flúor. Acontece que esse mineral já está presente na água e em alguns alimentos, e seu acúmulo no organismo pode provocar fluorose, que causa defeitos no esmalte dental, como manchas e falhas", explica Ganzarolli. O uso do fio dental começa quando praticamente todos os dentes já tiverem nascido, e os enxaguantes bucais só entram em cena depois dos 6 anos.
É preciso cuidar da higiene bucal antes dos dentes nascerem?
A limpeza diária com gaze ou dedeira embebida em soro fisiológico deve integrar a rotina do pequeno desde sempre. Mesmo que seu filhote só mame no peito, higienize a boquinha dele após cada mamada, inclusive à noite, quando a produção de saliva cai, diminuindo a proteção natural contra germes. Esse hábito ajuda a prevenir um dos piores vilões da dentição de leite: a cárie de mamadeira.

Como eles nascem

Não é regra, mas em geral os dentinhos despontam nesta sequência:
1. Incisivos centrais inferiores - entre 4 e 12 meses
2. Incisivos centrais superiores - entre 7 e 10 meses
3. Incisivos laterais superiores e inferiores - entre 9 e 12 meses
4. Primeiros molares superiores e inferiores - entre 12 e 18 meses
5. Caninos superiores e inferiores - entre 18 e 24 meses
6. Segundos molares inferiores e superiores - entre 24 e 30 meses
 
Foto: Getty Images

quinta-feira, maio 31

Mesa de chá-de-bebê

Quando a chegada do bebê se aproxima é tempo de reunir amigos e familiares para celebrar e desejar sorte aquele que está por vir


Bolo de dois andares decorado em pasta americana
Cupcakes decorados com body de bebê em pasta americana
Todos os docinhos, cupcakes e o bolo foram produzidos pela Cakes and Sweets

Bombons de chocolate enfeitados pelos bulês de chá em três cores
A óstia colocada sobre o brigadeiro foi carimbada com motivos infantis

Decorados com pasta americana e glacê, os doces pareciam nenês dormindo
As cores azul e amarelo foram combinadas em diversos
Barras de chocolate Suflair personalizadas para ocasião

Garrafinhas de água decoradas com rótulos exclusivos. Crie uma estampa original!
Sacolinhas para guardar docinhos e lembrancinhas

Os suportes, vasos e bandejas eram brancos de madeira ou porcelana
Os copinhos, para doces de colher, não precisam ser apenas do modelo transparente
 
O topo de bolo ganhou forma de bulê de chá, em homenagem ao tema da festa
Inove com potinhos coloridos e lacinhos fixados nas colherinhas

Guloseimas: balinhas de coco embaldas em papel de celofane e amarradas por fitinhas azuis estampadas
Pirulito de chocolate decorado com rosto de bebê em pasta americana
Docinho de chocolate em forma de vasinho

Produção: Márcia Asnis | Fotos: Lucas Fonseca

domingo, maio 27

Limpe a boca do bebê

Limpe a boca do bebê
Getty Images
Nos primeiros meses de vida, antes mesmo de os dentes nascerem, uma gaze com água é suficiente para limpar. Quando os dentes nascerem, novos cuidados devem ser tomados

Primeiros meses
Envolva o dedo em uma gaze embebida em água filtrada ou, ainda, soro fisiológico e limpe a gengiva delicadamente. "Faça isso apenas uma vez ao dia, pois o leite materno tem anticorpos que não devem ser removidos imediatamente", ensina Paulo Nelson Filho, professor da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto (SP).
Quando os dentes despontam
Quando cinco deles já tiverem nascido, use uma escova com cerdas extramacias e um pouco de pasta sem flúor. "O mineral favorece a fluorose, que são manchas brancas", conta o dentista Oskar Razuk, professor da Fundação de Apoio à Pesquisa e Estudo de São Paulo (Fapesp). Para piorar, ali nas regiões manchadas, a estrutura dentária é mais frágil.
E o fio dental?
Ele deve entrar em cena quando a criança já tiver todos os dentes. Como usá-lo requer muita coordenação motora, essa tarefa cabe aos pais até que a criança consiga fazê-la corretamente. Atenção: o fio é tão importante para a higiene infantil quanto para a da boca dos adultos.
Fazendo sozinho a escovação
Por volta dos 5 anos, a criança já consegue fazer o serviço sem tanta ajuda. Mas é bom que um adulto supervisione e, se preciso for, dê um acabamento especial. Crie motivação comprando escovas decoradas com temas de que seu filho goste.
A primeira visita ao dentista
A consulta de estreia deve acontecer quando os primeiros dentes começam a despontar. "É bom que a criança perceba que cuidar da boca não é nenhum bicho-de-sete-cabeças", aconselha Oscar Razuk.

Thais Szegö

Primeiro dentinho

Primeiros dentinhos
Getty Images
Assim que ele desponta, surgem as dúvidas: será que meu bebê vai ter febre? E diarreia? Mordedor ajuda? Especialistas esclarecem essas e outras questões

Quando surgem os dentes de leite?
“Eles despontam entre o sexto e o nono mês, mas os pais não precisam se preocupar com antecipações ou demoras”, avisa o dentista Leonardo Ganzarolli, do Instituto Bibancos de Odontologia, em São Paulo. A arcada de leite se desenvolve até os 3 anos. Nessa idade, a criança deverá ter dez dentes superiores e dez inferiores. Alguns bebês, apressadinhos, já nascem com dentes (é o que os especialistas chamam de dentes natais) ou iniciam esse processo ainda no primeiro mês (dentes neonatais). Um odontopediatra deve ser procurado nesses casos e também se, ao completar 1 ano, o pequeno ainda estiver sem nenhum dente. Entre esses extremos, as variações são normais. Não se preocupe.
Como percebo que eles estão a caminho?
Cerca de um mês antes, a gengiva incha e avermelha. Prepare-se: a previsão é de choro, irritabilidade, dificuldade para dormir e falta de apetite. Não se esqueça também de reforçar o estoque de babadores. “A salivação aumenta devido ao amadurecimento das glândulas salivares, e a criança não con segue engolir o excesso de líquido”, explica a odontopediatra Vivian Farfel, de São Paulo. Por isso, os bebês babam tanto quando saem os dentes.
Por que a chegada dos dentes causa febre e diarreia?
“Uma febrinha leve é normal, já que a erupção dos dentes desencadeia um processo inflamatório”, explica o dentista Marcelo Sarra Falsi, de São Paulo. Quanto à diarreia, o problema é outro. Como os pequenos levam tudo à boca tentando amenizar o incômodo, correm mais risco de entrar em contato com objetos contaminados. É daí que podem vir os distúrbios gástricos que causam diarreias.
O que faço para amenizar o incômodo do meu bebê?
Massagens e contato com baixas temperaturas ajudam a descongestionar as gengivas e deixam seu fofo mais confortável. “Envolva o dedo em uma gaze ou fralda embebida em água filtrada ou soro fisiológico e faça uma leve fricção em toda a gengiva”, ensina Vivian. Outra opção é refrigerar os mordedores de gel antes de dá-los a seu filho. “Colocar uma colher na geladeira e aplicá-la na área também funciona”, diz o dentista Flávio Luposeli, de São Paulo.
Anestésicos locais aliviam as gengivas?
O efeito é passageiro. Além disso, há riscos de medicar o bebê por conta própria. Em casos de febre acima de 38,5 °C ou de inflamação excessiva, que impeça a criança de dormir e se alimentar, o pediatra ou o odontopediatra devem ser consultados. Eles podem indicar um medicamento para diminuir a dor e a inflamação.
Em que momento devo marcar consulta no odontopediatra?
Se o pediatra do bebê acompanha de perto a dentição dele, a visita ao especialista pode ser adiada até 1 ano. Nela, o dentista fará uma avaliação geral e orientará sobre cuidados de higiene, alimentação e hábitos de sucção (chupeta, mamadeira, dedo). Antecipe a agenda, porém, se notar alterações no formato, na cor e no posicionamento dos dentinhos. Fique de olho ainda em traumas (como quedas) e no surgimento de manchas brancas ou escuras, que podem indicar cárie. Foi-se o tempo em que a primeira dentição não tinha importância porque seria substituída. Hoje, sabe-se que ela é fundamental para a deglutição e a digestão dos alimentos, funciona como guia da dentição permanente e influencia o desenvolvimento da fala. Por isso, merece atenção desde cedo, ainda que outros procedimentos preventivos, como a aplicação de flúor, demorem a entrar em cena. “O flúor deve ser encarado como um medicamento, e sua indicação depende do risco de cárie de cada criança”, alerta Vivian.
O que fazer se um dente de leite não nasce? Por que isso acontece?
Os motivos variam. O mais comum é a agenesia, quando o dente não se forma. Isso acontece ainda na gestação. Por volta da sexta semana, são formados os dentes de leite; no quinto mês, os permanentes. Na maioria das vezes, a falha é de origem genética e não pode ser evitada. Há casos, porém, em que o dente não aparece porque tem sua saí da obstruída pela gengiva, muito espessa, ou devido a algum distúrbio. “Mas é um problema raro na dentição de leite”, diz Falsi. Exames clínicos e radiografias ajudam no diagnóstico. Mais tarde, ao surgirem os permanentes, o uso de aparelho ou um implante corrigem a falha.
O excesso de espaço entre os dentes de leite é motivo para se preocupar?
“Pelo contrário. A presença desses vãos é normal e desejável na arcada de leite, quando o número de dentes é menor do que o que teremos na vida adulta”, explica Vivian. Esses espaços, mais tarde, vão permitir a melhor acomodação dos 12 dentes a mais (e maiores) que irão formar a dentição definitiva. “Em 95% dos casos, o diastema – espaço entre os dentes – na dentição permanente é consequência de maus hábitos, como o uso de chupeta e mamadeira”, completa Falsi.
Chupar dedo, chupeta e mamadeira prejudica mesmo a dentição?
Sim. Esses hábitos estão associados a flacidez na musculatura da face e a alterações no alinhamento dos dentes e no posicionamento da língua. Mastigação, fala e respiração são afetadas. Quanto maior o tempo de uso de chupeta e mamadeira, pior. E, após o segundo ano, não há por que mantê-las na rotina do pequeno. “Mas, como a criança estabelece uma relação emocional com esses objetos, é bom prestar atenção se ela está num momento feliz para a retirada”, alerta Luposeli. Escolha uma fase em que seu filho esteja tranquilo e elimine primeiro a chupeta e a mamadeira do dia, depois a noturna, propondo um acordo ou uma troca. Fique preparada, porém, para idas e vindas nesse processo. Quanto a chupar dedo, desestimule desde os primeiros dias – por ter formato anatômico, a chupeta ainda é uma opção menos danosa.
A partir de quando devo escovar os dentes do meu filho?
Comece assim que sair o primeiro dentinho. “Prefira uma escova de cabeça pequena e cerdas macias e planas”, ensina Falsi. Realize a limpeza sempre após as refeições e à noite, usando pasta sem flúor e em pequena quantidade (o equivalente a meio grão de lentilha). “Como o bebê não sabe cuspir, ele poderia engolir essa espuma com flúor. Acontece que esse mineral já está presente na água e em alguns alimentos, e seu acúmulo no organismo pode provocar fluorose, que causa defeitos no esmalte dental, como manchas e falhas”, explica Ganzarolli. O uso do fio dental começa quando praticamente todos os dentes já tiverem nascido, e os enxaguantes bucais só entram em cena depois dos 6 anos.
É preciso cuidar da higiene bucal antes dos dentes nascerem?
A limpeza diária com gaze ou dedeira embebida em soro fisiológico deve integrar a rotina do pequeno desde sempre. Mesmo que seu filhote só mame no peito, higienize a boquinha dele após cada mamada, inclusive à noite, quando a produção de saliva cai, diminuindo a proteção natural contra germes. Esse hábito ajuda a prevenir um dos piores vilões da dentição de leite: a cárie de mamadeira.
O que é a cárie de mamadeira?
É uma infecção grave, que atinge todas as faces do dente e se espalha rapidamente. É causada por bactérias e não dá para descuidar. Para livrar seu bebê dessa ameaça, capriche na higiene; jamais mergulhe a chupeta em açúcar ou mel; não adoce a mamadeira (nem mesmo as de chá); e, assim que possível, desestimule o hábito das mamadas noturnas. Tem mais: não sopre a papinha, não beije seu filho na boca nem coloque a chupeta, o bico da mamadeira ou a colher do bebê na sua boca. Assim, você evita transferir bactérias da cárie para ele.
A saúde bucal dos pais interfere na do bebê?
Claro! Além do risco de transmissão direta das bactérias da cárie, tem a questão do exemplo. “A receita do sucesso é fazer a criança perceber que você não apenas a ensina a cuidar dos dentes como também segue essa rotina”, explica Vivian. Escove os dentes na frente do seu filho e, quando ele tentar imitá-la, ajude-o a manusear a escova. Pode até fazer de conta que ele está escovando sozinho e você só vai dar um retoque, mas não dispense esse cuidado – até 6 anos os pequenos não têm destreza para fazer uma boa escovação.

Thaís Szëgo 
Cláudia Bebê

Cárie: é transmissível ou não?

Cárie: é transmissível ou não?
Getty Images
Beijar o bebê na boca e soprar a comida, por exemplo, segundo alguns dentistas, são práticas que podem transmitir a bactéria da cárie para o pequeno

A melhor maneira de manter seu filho longe das cáries é fazer uma higienização bucal correta, que deve ser orientada pelo odontopediatra, e adotar alguns cuidados básicos no dia-a-dia. "Trata-se de uma doença infecciosa e transmissível", afirma a odontopediatra Camila Oda Maeda, de São Paulo. Por isso, segundo muitos dentistas, deve-se evitar beijar o bebê na boca e até mesmo soprar a comida, sob o risco de transmitir a bactéria da cárie para o pequeno. No entanto, o odontopediatra Fábio Bibancos, também de São Paulo, discorda: "Isso não passa de mito".


Yara Achôa